“Casos de família”: Vídeo com bate boca entre Ricardo Coutinho e Pamela Bório é publicado na internet

Um vídeo postado na internet nesta sexta-feira (12) repercute em toda a Paraíba e, sem dúvidas, p...

Um vídeo postado na internet nesta sexta-feira (12) repercute em toda a Paraíba e, sem dúvidas, pode chegar ao conhecimento dos colunistas políticos de maior audiência no país. Este, pelo menos, é o assunto mais comentado das últimas 24 horas, sobretudo, no colunismo político da Paraíba. O conteúdo publicado revela um ‘bate boca’ entre marido e mulher: entre o governador e candidato a reeleição Ricardo Coutinho (PSB) e a jornalista Pâmela Bório, que ouve ameaças no vídeo.

Pelo que é possível entender no áudio, a discussão gira em torno de uma situação mal resolvida entre Ricardo, Pâmela, Estela Bezerra e uma pessoa por nome de Mayara.

A gravação, conforme se repercute na imprensa estadual, foi feita e divulgada pela própria Pâmela Bório, que se mostra bastante intimidada com a pressão psicológica sofrida.

“Doida, você vai se juntar com quem você quiser! Agora não faça isso não, que você vai ver o que é um doido, viu? Você vai ver o que é um doido!”, ameaçou Ricardo Coutinho.

Em um momento da gravação, após as ameaças, Pâmela diz: “sua palavra é lei!”.

Tomando ciência do fato, de forma equivocada o PSB da Paraíba se meteu onde não deveria. Em Nota, a “Coligação A Força do Povo” amplificou institucionalmente uma ‘briga’ entre o governador e sua esposa, transformando o fato em ‘jogo político’ e, sem provas, atribuindo o ‘vazamento’ do vídeo ao senador e também candidato ao governo Cássio Cunha Lima (PSDB).

Na tarde deste sábado (13), a “Coligação A Vontade do Povo” publicou Nota repudiando a acusação e adiantando que vai entrar com representação na Justiça contra a coligação de Ricardo Coutinho. “Afinal, cabe a quem acusa, a prova”, descreve o documento.

Se o vídeo foi gravado no quarto do casal, na residência oficial – já que a voz mais próxima é a de Pâmela, que também teria tornado público -, fica a dúvida: por que a primeira-dama gravou e postou isso na internet? Dizem que ela ainda tem mais 17 “casos de família” para soltar.

É curioso também que, apesar de tudo, a nota do PSB não ataca a ‘autora’ do vídeo. 


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Veja a Nota da “Coligação A Força do Trabalho”

É fácil perceber quando alguém se sente acuado por um fato negativo. A primeira reação é o desespero. A segunda também. Sem conseguir explicar por que acumula salário acima do limite previsto na Constituição Federal, revelação feita na noite desta quinta-feira, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) resolveu apelar e mandou soltar áudio com trecho de uma discussão pessoal que diz respeito apenas ao governador Ricardo Coutinho e a sua família.

A atitude, reprovável sob todos os aspectos, teve como simples objetivo desviar o foco da repercussão negativa que a revelação sobre o supersalário provocou. Poderia até ter dado certo fosse o povo paraibano incapaz de discernir entre um fato da vida privada e uma transgressão à lei no uso do dinheiro público.

As discussões caseiras sobre a vida pessoal não exigem explicações da Justiça, dos tribunais de contas ou do Ministério Público. Não deixam os cofres públicos mais ou menos pobres, nem tiram dinheiro do povo. Receber como servidor público pomposo salário de R$ 52 mil em dissonância com o que estabelece a Constituição Federal exige.

A equipe que trabalha no submundo para a campanha do PSDB na Paraíba deveria ter passado o dia para encontrar uma saída a fim de explicar como um senador da República recebe do erário em seu favor mais recursos do que a presidente da República. Em vez disso, e, principalmente, por não ter como justificar, resolveu adotar a postura mais subterrânea, não preservando, inclusive, a figura de uma criança de três anos de idade. Tudo em nome do poder. Da busca desenfreada pelo poder. A única pela qual são capazes de trabalhar com afinco.

Por ser uma ameaça ao poder dos poderosos, Ricardo Coutinho sempre foi atacado de maneira vil. De defensor das drogas a adepto de Satanás, enfrentou todo tipo de acusação leviana em período eleitoral. Teve a vida pessoal exposta. Sequer envergou.

Ao contrário, sempre soube se defender. O que não será diferente dessa vez, buscando na Justiça a reparação pela maneira sórdida com que os adversários parecem querer confrontá-lo, com medo de topar com ele na arena das ideias e realizações.

De cabeça erguida, mesmo sendo mais uma vítima de ataques pessoais, o governador Ricardo Coutinho se mantém pronto para o debate digno, no qual estão em jogo a honestidade no trato com a coisa pública e a competência de realizar ações administrativas.

Nestes dois campos, estará de pé, esperando os adversários. No esgoto, por não rastejar, ele não cabe.

Coligação A Força do Trabalho


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Veja a Nota da “Coligação A Vontade do Povo”

Desde que assumiu a condição de candidato a governador pela Coligação A Vontade do Povo, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) deixou patente que seu papel nesta campanha seria o de alternativa ao modelo político-administrativo que vigora atualmente na Paraíba.

E assim tem sido a sua postura em todos os espaços que ocupa, seja nos guias eleitorais, em suas conversas diretas com o povo, nos diálogos com as categorias profissionais e nos debates que participa, sem nunca tangenciar as discussões para o campo pessoal.

A discordância com a candidatura do PSB sempre foi pautada na crítica administrativa e nos caminhos que a gestão trilhou ao não cumprir com os compromissos assumidos com a população durante a campanha eleitoral de 2010.

Por isso, foi com perplexidade e com profunda indignação, que tivemos conhecimento que, via assessoria de imprensa, a Coligação A Força do Trabalho, divulgou nota na manhã deste sábado, 13, responsabilizando o senador Cássio Cunha Lima pela propagação de um suposto áudio de um fato envolvendo o atual governador e a primeira-dama.

Como poderia o senador ser responsabilizado pela divulgação de algo que envolve duas pessoas em ambiente privado entre quatro paredes?

Lamentamos a tentativa desesperada da campanha socialista em tentar levar o embate eleitoral nessa reta final do processo, para o campo da vida pessoal dos candidatos, com o objetivo de ganhar alguns pontos percentuais.

Nós nunca fizemos e não faremos esse tipo de jogo. Não entraremos na seara privada da vida de nenhum candidato. Nosso embate é o das ideias, das propostas e da postura administrativa.

Por isso, o ato de desespero e a falta de bom senso, da acusação leviana transmitida pela assessoria de imprensa socialista, será alvo de uma Ação judicial. Afinal, cabe a quem acusa, a prova.

A Paraíba, que conhece a postura política de Cássio há três décadas, pode estar absolutamente convicta: a leviandade e o oportunismo de quem usa golpes baixos e segue a linha do vale-tudo, não prosperará, pois Cássio e todos os que integram a sua campanha confiam na vontade soberana do povo.
Por uma campanha limpa, livre e decidida no voto.

Coligação A Vontade do Povo

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#Política


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