“O Padre não cobra cachê”, diz assessoria de Reginaldo Manzotti

Padre Reginaldo Manzotti No começo da tarde desta segunda-feira (15), a assessora de imprensa...

Padre Reginaldo Manzotti

No começo da tarde desta segunda-feira (15), a assessora de imprensa do padre Reginaldo Manzotti, Carina Basso, entrou em contato com a editoria do Caderno de Matérias para informar que, diferente do que fora postado aqui, o padre Reginaldo Manzotti não cobra cachê para se apresentar, nem participa de eventos pagos, salvo, em benefício social. A informação da assessoria desfaz a ideia de que ‘custa caro trazê-lo para cantar na Festa da Luz de 2015 em Guarabira (PB).

Carina Basso confirmou a possibilidade de Reginaldo Manzotti cantar no município no ano que vem, mas deixou claro que, até o momento, não há convite formal e nada confirmado. Além disso, o show do padre só será possível se houver agenda disponível para o dia.

Assim, então, tanto a Igreja Católica quanto a Prefeitura de Guarabira podem trazer o padre Manzotti para cantar na Festa da Luz do próximo ano. A comunidade católica, certamente, ficaria muito grata. Se realmente uma das partes, ou as duas, têm interesse no show, que formalize logo, afinal, o convidado não cobra cachê, mas depende de agenda.

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Em relação a cachês, eu fico feliz em saber que, diferente do que ocorre com outros artistas cristãos, o padre Reginaldo Manzotti não cobra cachê e nem apresenta em eventos pagos. Reitero, porém, que sou totalmente contrário que padres cantores e artistas da música gospel consintam que suas ‘agências’ cobrem valores exorbitantes por um ‘momento de louvor’, apenas. A Bíblia diz que “o obreiro é digno de seu salário” (Mateus 10:10b; Lucas 10:7b e 1 Timóteo 5:18), eu sei. Mas as Escrituras também dizem que devemos ‘dar de graça’ o que recebemos gratuitamente (Mateus 10:8b). Assim, defendo um cachê justo, sem exploração, porque entendo que ambos estão em missão, só que de uma forma diferente: cantando. O contrário disso, não passa de comércio em ‘nome de Deus: de uma prática que se sustenta à custa da fé do povo. 

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