Reinaldo Azevedo é chamado de "petralha" ao criticar Bolsonaro

"Ele é deputado e está obrigado ao decoro, sim", afirma Azevedo, referindo-se a Jair Bo...

"Ele é deputado e está obrigado ao decoro, sim", afirma Azevedo, referindo-se a Jair Bolsonaro (Imagem: Reprodução/Jovem Pan)


Em vídeo produzido para TV Jovem Pan Online, o comentarista da emissora e blogueiro da Veja.com, Reinaldo Azevedo, defende a cassação do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) após o parlamentar ter declarado que “não estupraria Maria do Rosário” (PT-RS), sua parceira na Câmara, porque ela “não merece ser estuprada”.

Ou Bolsonaro retira essa bobagem e se desculpa com todas as mulheres, em primeiro lugar com a deputada Maria do Rosário, ou ele merece ser cassado", afirmou Azevedo sobre a repercussão das declarações do deputado. Contrários ao que o colunista disse, internautas comentaram a publicação do vídeo na fan page mantida pela Jovem Pan chamando o jornalista de “petralha”.

O termo, cunhado pelo próprio Azevedo, designa “pessoa que, sem nenhum escrúpulo, não vacila em cometer todo e qualquer ato marginal à lei, como usurpar, mentir, extorquir, ameaçar, chantagear, roubar, corromper, ou que defende com ardor ladrões, corruptos, usurpadores, mentirosos, cínicos, extorsionários, chantagistas, etc. que, porém, posam de gente honesta e defensores intransigentes da ética”. A explicação da palavra está no Grande Dicionário Sacconi, que atribui o surgimento do verbete ao trabalho do colunista.

Azevedo fez a junção de “petista” – em referência aos integrantes do partido – com “Irmãos Metralha” – grupo criminoso e atrapalhado que está presente em histórias em quadrinhos e animações produzidas pela Disney. O jornalista publicou dois volume do livro O País dos Petralhas, em 2008 e 2012, ambos pela Editora Record, em que aborda temas como Mensalão, aborto, homossexualidade, o poder de Lula e o governo Dilma.

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#SintoniaFina

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