Na fila do banco

Na manhã desta sexta-feira (09), entre 11h e 12h, tinha muita gente na fila, reclamando dos serviço...

Na manhã desta sexta-feira (09), entre 11h e 12h, tinha muita gente na fila, reclamando dos serviços da agência Bradesco em Guarabira (PB). Dos 05 caixas eletrônicos do banco, apenas um estava devidamente ‘abastecido’. Os outros estavam com opção de saque limitada a menos de mil reais, ativos sem dinheiro e, como quase sempre, em manutenção, respectivamente.



Não é a primeira vez que isso ocorre, sobretudo, em pleno horário de pico e num final de semana. A situação, então, é recorrente. Eu até já escrevi sobre isso. Quem sempre sai perdendo é o cliente, que, infelizmente, não tem a quem recorrer, salvo, às emissoras de rádio e aos demais veículos de comunicação do município.

A gente entende que a insegurança é grande, principalmente na Paraíba. No ano passado foram registrados 116 crimes contra agências bancárias no estado. Mas isso, de maneira alguma, justifica o transtorno que os bancos têm causado aos clientes numa cidade polo como Guarabira.

A fiscalização não dá conta. A OAB de Guarabira, por exemplo, é ciente do descumprimento de uma lei municipal por parte dos bancos da cidade. Mas tudo o que a entidade faz é dá um parecer em favor ao cliente. Nada mais que isso.

A situação continua, infelizmente - apesar da existência de uma lei municipal que obriga os bancos a atenderem cada cliente entre 20 e 30 minutos. Entendeu? No entanto, há quem passe mais de uma hora na fila, sem o devido atendimento.

Falta segurança, eu sei. Entretanto, além de investirem em câmeras e em segurança particular, por exemplo, as agências bancárias também precisam contratar mais gente para atender aos usuários. Até que isso aconteça, de fato, vai ter gente esperando na fila.

A mesma situação e condições relatadas aqui também ocorrem com os demais bancos da cidade, sem exceção. #Sociedade

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