25 anos depois de sua morte, o poeta está vivo

Hoje faz 25 anos da morte do poeta Cazuza. Para muitos, um herói. Para outros, então, um mau exemplo devido sua opção sexual, rebeldia e ...

Hoje faz 25 anos da morte do poeta Cazuza. Para muitos, um herói. Para outros, então, um mau exemplo devido sua opção sexual, rebeldia e uso de drogas, por exemplo. É inegável, no entanto, que Cazuza foi uma voz. A voz de uma geração. Um poeta. Exagerado, não. Realista. Um artista por natureza, que expressou sua inquietude em letras contundentes de forte apelo político e social.

E para celebrar, ainda este ano um disco com canções inéditas deve ser lançado. Antes de morrer, o poeta deixou 65 letras inéditas. Nomes como Gilberto Gil, Seu Jorge, Rogério Flausino e Baby Consuelo, por exemplo, vão musicar esses poemas. Também serão relançadas edições atualizadas dos livros “Só as mães são felizes” (1997) e “Preciso dizer que te amo” (2001), pela Editora Globo.

Embora morto, Cazuza está vivo em sua obra musical: basta ouvir canções como “Pro dia nascer feliz”, “Ideologia”, “Codinome Beija-Flor”, “O tempo não para”, “Exagerado”, “Brasil”, “O nosso amor a gente inventa” e o “Blues da piedade”, por exemplo. Cazuza cantava e interpretava como ninguém. Ele soube ser único. Cazuza morreu em 07 de julho de 1990, vítima de Aids. #Cultura #Música















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