Armados, sim; amados, não!

Por Nonato Nunes, jornalista Amigo leitor. Quando o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores) ameaçou recorrer às armas para ...

Por Nonato Nunes, jornalista

Amigo leitor. Quando o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores) ameaçou recorrer às armas para “defender” o mandato da senhora Rousseff, ele apenas estava reforçando a índole violenta da ideologia que ele apregoa.

É essa a mentalidade que vem imperando em países como Brasil, Argentina, Venezuela, Bolívia e Equador. E uma rápida passagem pelo histórico da Esquerda no mundo vai mostrar o quão violentos foram os regimes que seguiram as cartilhas de Marx, Lênin e Stálin.

Aí é onde está a verdadeira razão de o tal presidente da CUT, um ilustre desconhecido para os brasileiros, vir a público e ameaçar o país com um discurso típico de um chefe de cangaço. A democracia, conquistada a duras penas – e constantemente sob ameaças como as desse sujeito - não pode aceitar ser refém de gente com recalques ideológicos os quais beiram a esquizofrenia.

A essência desse pensamento manifestado pelo presidente da CUT está exatamente num artigo publicado por Karl Marx no jornal “Nova Gazeta Renana”, editado por ele e Engels. Mas só recentemente é que esse texto foi descoberto por pesquisadores do Leste Europeu.

No seu escrito, Marx pregava o desaparecimento dos fracos para que o projeto revolucionário prevalecesse. Portanto, amigo leitor, devemos buscar na origem das coisas o resultado dos seus efeitos no presente. Claro, com consequências para o futuro.
Por outro lado, nós, brasileiros, já devíamos estar acostumados com esse tipo de discurso. Dia desses o Luiz Inácio, em uma das suas habituais diatribes, teria ameaçado o país com o “exército de Stédile”.

Como para um bom entendedor, meia palavra basta, não é difícil identificar semelhanças entre o que disse Luiz Inácio e a ameaça do tal presidente da CUT. E isso, na prática, já vem ocorrendo lá pelas bandas de Goiás com o tal Zé Rainha.

Atuando nos mesmos moldes de um chefe bandoleiro, ele vai disseminando a violência pelos quatro cantos do Estado. As informações são de que aquele indivíduo vem arregimentando capangas para espalhar o terror nas áreas rurais.

E é assim que ele vai impondo a lei do cangaço nas comunidades vítimas do seu raio de ação. Também deve ser levado em consideração o uso de armas pesadas nessas empreitadas, conforme relatos de agricultores da região.

Portanto, o cidadão brasileiro se tornou um refém das circunstâncias políticas – e ideológicas. A questão agora é como parar a evolução de um processo que ameaça pôr abaixo algumas das maiores conquistas advindas com a constituição de 1988.

Com a palavra, os senhores políticos...

Um abraço e até a próxima.
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#Política #Sociedade #Opinião

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