Processo de migração da Rádio Integração do Brejo está em andamento; direção deve mudar nos próximos dias

Informações enviadas ao blog dão conta de que o processo de migração de AM para FM, na Rádio Inte...

Informações enviadas ao blog dão conta de que o processo de migração de AM para FM, na Rádio Integração do Brejo, está em andamento. A frequência será 102,3 MHz, como informamos antes.

Também haverá mudanças na direção da emissora. Conforme nos fora informado, o novo diretor será o senhor João Valério – a fonte não conseguiu confirmar se ele é mesmo diácono católico.

Outra novidade é a participação do radialista Rafael San. A editoria recebeu a informação de que ele foi convidado para supervisionar o jornalismo daquela emissora. O blog, porém, não confirma.

No próximo dia 01 vai haver uma reunião com todos os profissionais da Rádio Integração para definir sobre as mudanças e, certamente, sobre possíveis ajustes na programação.

Acredito que a Diocese de Guarabira, que manda na rádio, esqueceu um pouco de investir na emissora. Ou foi a gerência anterior que não fez o devido investimento? Sinceramente, não sei.

Atualmente, no departamento de radiojornalismo só há dois comunicadores: um pela manhã e outro à tarde. Parte da programação é terceirizada. E a outra é da Igreja Católica.

Para não dizer que a Integração do Brejo não toca música, há um bloco musical, apenas. A rádio está sem site, sem repórteres e a unidade móvel não está em condições de uso.

A gente torce para que a nova direção faça diferente. Pois na “Rádio da Família” tem sido assim: sai uma família e entra outra para cuidar da casa sem entender do assunto.

Bom. Este é, apenas, o resumo do que se comenta nos bastidores da Comunicação em relação ao processo de migração e mudanças na Rádio Integração do Brejo AM, 680 KHz. #SintoniaFina

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1 comentários

  1. Não vejo nada que indique que a integração do Brejo tenha características de rádio sustentável em futuro formato FM a persistir o modo de décadas que ela insiste em errar, a rádio pode ser católica e seria bom manter o foco religioso, mas administração e direção artística/técnica tem que ser por mãos de profissionais do rádio, até as TVs católicas usam profissionais que entendem da coisa e não padres, os padres são parte do corpo artístico, mas não do background que fazem a máquina ser sustentável e com qualidade para ser consumida

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