Eu não tentei furar fila, meu senhor! Blog reproduz pedido de retratação aos radialistas de Guarabira

Diferente do que falou o chefe do Cartório Eleitoral de Guarabira (10ª zona), o senhor Altino Cam...

Diferente do que falou o chefe do Cartório Eleitoral de Guarabira (10ª zona), o senhor Altino Camilo, em entrevista exclusiva à Rádio Rural AM, eu não tentei furar fila na manhã de sábado (14), quando fiz o cadastramento biométrico. Não tinha fila no momento. A verdade sobre o fato está no meu blog. Em relação a este assunto, o servidor do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba me procurou na tarde desta sexta-feira (20) para me pedir desculpas. Eu o recebi na rádio, ofereci água e café, e conversei com ele. Eu o desculpei. Porém, ele ainda me questionou e o pedido não me convenceu.

Também nesta tarde, o Israel Soares de Medeiros, me entregou uma carta de retração e participou do programa Hora da Notícia, da Guarabira FM, pedindo desculpas pelo que disse com os radialistas de Guarabira numa conversa vazada de Whatsapp. As demais pessoas envolvidas ainda não se retrataram publicamente. Pelo menos, eu e o jornalista Antônio Santos vamos aguardar a reparação do dano causado à categoria, por parte dos demais envolvidos na conversa, caso queiram se retratar, até a próxima quarta-feira (25) – via carta e participação ao vivo.

Para quem não acompanhou a repercussão, depois do que ocorreu comigo no Cartório Eleitoral de Guarabira, uma conversa de baixíssimo nível vazou de um grupo de Whatsapp. Nessa conversa, envolvendo o senhor Altino e outros participantes, há ameaças à minha pessoa, declarações contra autoridades locais e contra a categoria dos radialistas na cidade. O assunto ganhou uma repercussão tão grande que todas as emissoras de rádio locais colocaram o tema em pauta durante esta sexta-feira. 

Eu insisto: não tenho nada contra ninguém, até então. Nem interesse em prejudicar quem quer que seja – muitos menos aqueles que foram citados no meu texto. No entanto, não vou permitir que distorçam a verdade nessa situação. Eu também tenho um nome a zelar. Um nome que nunca havia se envolvido em confusão. 

O melhor remédio para quem está errado é pedir perdão. Eu aprendi assim. É um remédio amargo, eu sei. Mas cura de uma vez e na maioria das vezes não deixa sequelas. Gostaria de colocar um ponto final. Mas não depende somente de mim.

Sem mais para o momento, quero agradecer imensamente a todos os colegas de rádio que ficaram solidários comigo e com meu colega de microfone, Antônio Santos. Também fico solidário a toda a categoria pelos ataques feitos na conversa. 

A verdade prevalecerá. #Sociedade

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