Mudança na forma de ouvir rádio; a onda agora é ouvir no celular

O rádio de hoje é diferente do rádio de antigamente - em todos os aspectos. Antes, ele valorizava...

O rádio de hoje é diferente do rádio de antigamente - em todos os aspectos. Antes, ele valorizava mais o conteúdo, as vozes, o locutor tinha mais espaço no horário e não tocava qualquer tipo de música. Agora, então... Logicamente, naquela época, até descobrir sua vocação comercial, capitalista e de poder político, não existia a tal segmentação tão presente e necessária aos dias atuais no rádio.

Outrora, só era possível ouvir rádio através de aparelhos receptores cujos modelos eram adquiridos conforme o poder aquisitivo das famílias. Eles representavam a tecnologia da época. Uma tecnologia que ainda prevalece, mas que perde força no mercado. Eu, porém, não acredito que o receptor convencional deixe de ser fabricado e comercializado, entretanto ele deve virar peça de museu e de colecionador um dia, como ocorreu com o vinil.

A essência do rádio é a mesma. No entanto, até alcançar a forma como nós conhecemos, o rádio de Landell de Moura, passou por várias transformações se adaptando ao tempo e atendendo a interesses diversos: em tamanho e formatos diferentes; conteúdo, segmentação e opções de audição, por exemplo. Quem diria que um dia fôssemos ouvir rádio em telefone celular ou em aplicativos mobiles? Agora é possível.

Quem disse que o cão é o melhor amigo do homem? O melhor amigo do homem é o rádio!  E essa amizade aumentou ao longo dos anos. Só aumenta! Para onde você for o rádio continua te acompanhando em várias opções físicas, principalmente em computadores e smartphones. Temos um rádio universal, menos complicado e acessível a todos os públicos. Moderno. Interativo. Rádio com imagem e que até dispensa concessão do governo.

Eu gosto de ouvir rádio - tanto no aparelho convencional quanto através do meu smartphone e de apps mobiles. E a onde agora é essa: ouvir no celular. Gosto de ouvir músicas e notícias. Tenho rádios fixos em cômodos lá de casa, mas é com o rádio mobile do meu smartphone que também tenho passado a maior parte do tempo. Por ser portátil, tenho ativado o dispositivo e optado por este formato ao sair de casa, salvo, no carro.

Com o advento da internet, a tendência é um rádio cada vez mais conectado, profissional e interativo, mais presente, porém ocupando o menor espaço físico possível. Um rádio individual e coletivo - voltado para públicos específicos. O rádio do futuro tem som, imagem e cor, dispensa outorga ou concessão do Governo, mas não abre mão da legalidade e da responsabilidade com seu principio básico: a comunicação. #SintoniaFina #Comunicação

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2 comentários

  1. ótimo texto... reflete bem a realidade do rádio. mas tenho que discordar de um trecho... e afirmar que para mim os cães são meus melhores amigos sim; rsrs... o rádio muitas vezes me desagrada. minhas cadelas não!!! e sempre querem estar comigo, fazem muito bem ao meu coração simplesmente querendo brincar ou com seus olhares de alegria por eu ter chegado. #amomeusanimais.

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