Ele nos amou primeiro

No princípio, após a queda de Adão, o Criador prometeu que um descendente da mulher haveria d...

No princípio, após a queda de Adão, o Criador prometeu que um descendente da mulher haveria de vir ao mundo (Gênesis 3: 15), e que sofreria, mas venceria o mal. Essa promessa apontava para Jesus, que seria sacrificado como cordeiro, pois conforme a lei, não havia remissão de pecados sem derramamento de sangue (Hebreus 9: 22).

O povo, então, oferecia um cordeiro, sem defeitos, em sacrifício para expiação de seus pecados. O simbolismo do sangue aspergido nos umbrais das portas do povo hebreu, no Egito, por exemplo, também apontava para o Cordeiro de Deus que haveria de vir para tirar o pecado do mundo. Seu sangue, porém, foi derramado por muitos, não por todos (Mateus 26: 28).

A promessa feita no jardim do Éden se cumpriu, como anunciado pelos santos profetas. “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens” (João 1: 1 – 3).

Por obra e graça do Espírito Santo, uma virgem deu a luz a um filho. Na cidade de Davi, nasceu o Salvador, Cristo, o Senhor (Lucas 2: 11). O ouro, o incenso e a mirra que lhe foram ofertados como presentes, representam seus atributos: Rei, Sacerdote e Profeta (Mateus 2: 11). Ele, porém, não quis ser igual a Deus, tomou forma de homem (Filipenses 2: 6 – 11).

O “Deus Desconhecido” sobre o qual Paulo se referiu em Atos 17: 23 é Deus de promessa. Ele vela por sua palavra para cumprir (Jeremias 1: 12). Simeão foi prova disso. O Espírito Santo o revelou que ele não morreria antes de ver o Cristo do Senhor. Ele viu, pegou o menino em seus braços e louvou a Deus (Lucas 2: 25 – 35). Deus cumpriu sua promessa. Ele sempre cumpre.

E o menino cresceu, fortalecido em espírito e cheio de sabedoria e graça (Lucas 2: 40). Jesus tinha ciência de sua missão: de tomar sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores; de ser ferido por causa das nossas transgressões e moído por causa das nossas iniquidades; “o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele. Por suas pisaduras fomos sarados” (Isaias 53).

Para que se cumprisse o que estava escrito, João Batista, como uma voz clamando no deserto, anunciou e preparou o caminho para a vinda do Salvador. Ele teve um encontro com o Cordeiro de Deus. E o batizou (João 1: 36), ciente de que não era digno nem de desatar as sandálias de seus pés. “É necessário que ele cresça e que eu diminua”, disse João (João 3: 30).

“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram” (Romanos 5: 12). Mas também se pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, pela obediência de um, de Jesus, muitos foram justificados (Romanos 5: 19).

Jesus é Senhor. Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome (Filipenses 2: 9). No seu nome há poder para salvar, curar, libertar... E o seu sangue nos purifica de todo pecado (1 João 1: 7). Ele, somente ele, é a porta para o Céu (João 10: 9). Ele é o caminho a verdade e a vida (João 14: 6). Somente nele há salvação (Atos 4: 12). 

Ele em tudo foi tentado, mas não pecou (Hebreus 4: 15). Ele foi morto. Morreu por você e por mim. E ressuscitou! Está vivo, à direita de Deus, intercedendo por nós (Hebreus 7: 25) como Advogado (1 João 2: 1). Ele há de voltar (João 14: 3). Virá buscar os escolhidos, cujos nomes estão escritos no Livro da Vida desde a fundação do mundo. (Apocalipse 13: 8/ 17: 8/ Mateus 25: 34).

Isso tudo foi por você. Por mim também. Porque ele nos amou primeiro. Nos ama (1 João 4: 19)!. Jesus vive. Somente Ele é digno de glória, adoração e louvor, força e poder, para todo sempre. Eternamente. Amém. #Sociedade



Você pode gostar também

0 comentários