Política: Empresário descobre a “cura do câncer” em Guarabira

Em maio de 2015, o empresário de eventos Carlos Madson criticou e chamou integrantes do bloco dos...

Em maio de 2015, o empresário de eventos Carlos Madson criticou e chamou integrantes do bloco dos ‘girassóis’, ligado ao PSB de Guarabira (PB), de mercenários e “câncer da política guarabirense”. O bloco socialista foi acusado, pelo produtor de festas, de praticar um verdadeiro “Lava-Jato” em relação à distribuição de cargos públicos do Governo do Estado entre seus familiares. “Eles vão ter dificuldade de até eleger vereador”, garantiu naquele momento. No entanto, as coisas mudam. E mudaram mesmo.

Pouco tempo depois de dar essa declaração polêmica, repercutida pela imprensa local, o ex-aliado de Zenóbio Toscano mudou o discurso e entrou para o time dos “mercenários e cancerosos”, como os classificou – politicamente falando, claro -, se tornando um deles, um "girassol" com "câncer" - pela lógica racional. Quem garantia que não existia uma terceira força política na cidade, terminou se sujeitando a reproduzir um discurso incoerente, atestando haver uma terceira força política forte no município de Guarabira. 

Mas em troca de quê ele fez isso, alguém sabe?

Agora, devidamente nomeado e empregado, com cargo de chefia numa repartição estadual, aquele que ajudou a eleger o prefeito de Guarabira - que o exonerou da gestão por motivos que não me compete expor aqui neste espaço -, pelo menos, aparentemente, fez de tudo para agradar aqueles que se acham grandes dentro do bloco dos “girassóis”, sobretudo não contrariando seu líder maior. Madson fez isso durante sua permanência no time dos iludidos, do qual ele já não faz mais parte, conforme um site de notícias.

No Fato a Fato, o jornalista Antônio Santos publicou que, após ser demitido do cargo, Carlos Madson rompeu com o bloco dos “girassóis” e pode apoiar Fátima Paulino, pré-candidata do PMDB nas eleições de 2016. Em sendo verdade, parece que o empresário de eventos encontrou numa 'rosa' a “cura do câncer” – politicamente falando. Espero que ele tenha encontrado um bom remédio. E que faça proveito dele, com moderação, pois o excesso pode matar. E para a morte não há remédio: nem para a ‘morte política’. #Política

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