As minhas pequenas revoluções

Por Eliabe Castor, jornalista Os dias, todos eles, eu vivo revoluções. Na verdade, pequenas conquistas que moldam o meu futuro, viven...

Por Eliabe Castor, jornalista

Os dias, todos eles, eu vivo revoluções. Na verdade, pequenas conquistas que moldam o meu futuro, vivendo, claro, o presente. Todos os dias morte e vida estão na minha alma, na sua. E o que é, afinal, alma? Presumo ser o que os antigos gregos chamavam de “arché”; a “matéria prima” de todas as coisas.

São átomos e tudo que está inserido nos microcosmos. São forças dinâmicas responsáveis pela realidade do “agora”. As pequenas revoluções, sim, elas mesmas, colocam minhas veias expostas um enorme sentido para seguir com os meus sonhos, pondo a ação no quadro da leitura obrigatória, esperando que as reações naturais da física e metafísica surjam. É hora de reinventar-se. Buscar o sol como Ícaro, tendo o cuidado para não derreter as asas.

Disciplina é a chave para tudo, ou quase tudo. Não há mais espaço para a arrogância ou o saber infrutífero. O “logos” deve ser bem aplicado, para que a racionalidade que controla o universo seja estável, embora tenha a ciência que o caos sempre estará dentro e fora dos meus projetos. Dos meus e dos seus, pois isso é a vida. Por fim, reinvente-se! Não espere o próximo. O primeiro passo deve ser dado por você, e com vigor.

Aos amigos e profissionais do Caps AD III Torre, que transformam sofrimento em liberdade. Lágrimas em sorrisos.

À amiga Gleide Pinho Vieira, por tão belas palavras e sábios conselhos.

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