Professores da UEPB aprovam estado de greve e podem iniciar 2017 com greve

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Os professores da Universidade Estadual da Paraíba poderão iniciar o ano de 2017 com uma greve por tempo indeterminado, caso o Governo do Estado não abra um canal de negociação com a categoria para discutir uma reposição salarial. A categoria acumula mais de 25% de defasagem salarial nos últimos anos e desde o início deste ano está com suas progressões suspensas por uma lei estadual.

A decisão de decretar o estado de greve foi tomada hoje pela manhã, numa assembleia geral da categoria, realizada no Auditório do Curso de Psicologia, no Campus de Campina Grande. Os professores analisaram um indicativo de greve e poderiam iniciar uma greve, mas avaliaram que devido a proximidade das férias, a tendência é um esvaziamento da universidade e uma desmobilização da categoria.

Para intensificar a mobilização e preparar a categoria para novos embates políticos em 2017, a categoria deliberou a criação de uma Comissão de Mobilização, que atuará em conjunto com a diretoria da Associação dos Docentes da UEPB – ADUEPB. Ela será integrada pelos professores Lourdes Sarmento, Mauriene Freitas, Jussara Carneiro, Ana Paula Araújo, Juarez Nogueira, Cristiane Nepomuceno e Dilma Trovão.

Além da campanha salarial e do indicativo de greve, os professores também discutirão a participação no 36º Congresso do ANDES-SN, que ocorrerá no mês de janeiro de 2017, em Cuiabá-MT. Foram escolhidos como delegadas as professoras Lenilda Cordeiro, Mauriene Freitas, Cristiane Nepomuceno e Lourdes Sarmento.
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