Somos todos Brasil ou fazemos parte do “cabaré”?

Por Eliabe Castor, jornalista Eu leio e ouço meio que estarrecido nas redes sociais, em discussões de bares e por aí vai a polarizaçã...

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Por Eliabe Castor, jornalista

Eu leio e ouço meio que estarrecido nas redes sociais, em discussões de bares e por aí vai a polarização de um povo. Uns aplaudem Moro, outros apontam Lula como o “salvador”, alhures “tontos” ovacionam Temer, Bolsonaro e até mesmo a volta da ditadura. Contudo, não levantam suas bundas para, efetivamente, dar a verdadeira contribuição a um país imenso, com grande potencial. Uma Nação chamada Brasil.

Em suas poltronas reclináveis ou nos tamboretes confeccionados por crianças esquálidas e famintas, a maioria dos brasileiros apenas reclama. Reclama, apenas, e nada faz. A grande parcela não foge da sua zona de conforto.

No meu parco entendimento, somos nós o Brasil. Não uma legenda política ou, apenas, um homem ou mulher. O engrandecimento da Nação depende da minha pessoa e da sua. Depende do conhecimento, do trabalho, da ética e boas ações de cada um.

Quanto a Lula, Reforma Trabalhista, Moro, Temer, Aécio...fomos nós que plantamos. Cabe a todos desconstruir tais monstro ou mitos. Aniquilar a letargia do “Estado Mãe”. Engessar a dicotomia. É preciso acreditar em nossa Pátria, que não dorme em “berço esplêndido”.

O ano que vem teremos eleições, então vamos votar no correto, ou pelo menos tentar. Buscar informações sobre bons gestores é o primeiro passo, mas sempre colocando a responsabilidade em nós mesmos para a nossa Nação sair do “atoleiro”. Chamar o Brasil de “cabaré” é injusto. Pois se ele é, somos todos prostitutas.

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Contato com o autor: eliabe.castor@hotmail.com

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