Afinal, Ricardo Coutinho vai ou não cumprir acordo de 2014 e passar o Governo a Lígia em abril?

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Uma pergunta tem pairado no ar entre integrantes da família Feliciano: afinal, o governador Ricardo Coutinho vai ou não cumprir o que deixou combinado em 2014, quando foi a Campina Grande, na undécima hora para fechar sua chapa e convencer o deputado Damião Feliciano a indicar sua esposa, Lígia, como sua candidata a vice governador?
Ricardo Coutinho, como se sabe, havia rompido com o senador Cássio Cunha Lima, e procurava um nome de Campina para compor sua chapa. Chegou a convidar várias lideranças, dentre as quais a deputada Daniella Ribeiro e o empresário Artur Almeida (Bolinha), que declinaram do convite, num momento em que sua candidatura era francamente minoritária na disputa.
Sua última tentativa, então, foi convidar Lígia. Houve uma demorada reunião na residência de Damião (dia 1 de julho), em Campina, quando foram acertados os detalhes do acordo, que previa a indicação de um filho do casal (Renato Feliciano) para ocupar uma secretaria, “condições” para assegurar a reeleição de Damião à Câmara Federal e, em caso de sucesso da chapa nas urnas, a possibilidade de Lígia assumir o Governo em abril de 2018.
Após uma última reunião no Hotel Village, Ricardo, Damião, Lígia e Renato seguiram para anunciar a chapa na ACI (Associação Campinense de Imprensa), já no final da tarde, sai seguinte após a realização da convenção do PSB (dia 30 de junho de 2014), que havia homologado a candidatura de Ricardo Coutinho à reeleição, mas sem a vice ainda.
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