Carnaval do ano que vem será em março

Festa no ano que vem ocorrerá mais tarde. (Foto: Tatiana Fortes/O POVO) O Povo Para quem está saindo da folia e já começa a pensar ...

Foliões dançam no Mercado dos Pinhões
Festa no ano que vem ocorrerá mais tarde. (Foto: Tatiana Fortes/O POVO)
O Povo
Para quem está saindo da folia e já começa a pensar em como festejar no ano que vem, os planos terão de ser para um pouco mais tarde. Em 2019, o Carnaval será em março.
O fim de semana do feriadão começa no sábado, 2 de março de 2019, até a terça-feira, 5. A Quarta-Feira de Cinzas será em 6 de março.
A última vez que o Carnaval caiu em março foi em 2014, quando ocorreu entre os dias 1º e 4 do mês. Neste século, houve mais duas ocasiões nas quais o Carnaval foi em março: em 2003 e 2011.
Definição da data
Embora seja uma festa pagã, a data do Carnaval é definida pela Igreja Católica. A terça-feira de Carnaval ocorre 47 dias antes do Domingo de Páscoa, a data mais sagrada do cristianismo. A Quarta-Feira de Cinzas antecede em 40 dias o Domingo de Ramos, uma semana antes da Páscoa. Esse intervalo é conhecido como Quaresma.
O cálculo da data da Páscoa é conhecido como Computus, em latim, e define todo o calendário cristão. A data ocorre no domingo seguinte à primeira lua cheia após o início da primavera no hemisfério norte.
Porém, a projeção sobre a lua usada pela igreja nesse cálculo tem por base projeções da Idade Média. Por isso, não coincide com o ciclo lunar real. Assim, a Páscoa é definida pela chamada "lua cheia eclesiástica".
A data mais tardia na qual pode cair a terça-feira de Carnaval é 9 de março. Já o dia mais cedo em que pode ocorrer é 4 de fevereiro. A ocorrência na data-limite é rara. A última vez foi em 1943. A próxima vez em que o Carnaval será em 9 de março será em 2038.
Na década em 1970, chegou a haver movimento de empresários do setor de turismo para que o Carnaval brasileiro passasse a ocorrer em data fixa. O argumento era a dificuldade de turistas estrangeiros para se programar para visitar o Brasil na época. Eles argumentavam que o País perde milhões por isso. Mas, o movimento não vingou e segue a referência cristã.
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