Lava-Jato: Com Aécio, agora são seis senadores alvos de ações penais no STF

Diário de Pernambuco Após a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de autorizar a investigação do senador Aécio ...

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Após a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de autorizar a investigação do senador Aécio Neves por corrupção passiva e obstrução de Justiça, passou para seis o número de senadores investigados na Corte em virtude da Operação Lava-Jato. 

Além de Aécio, estão no banco dos réus os senadores Agripino Maia (DEM-RN), Fernando Collor (PTC-AL), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Romero Jucá (MDB-RR) e Valdir Raupp (MDB-RO). 

Aécio Neves (PSDB-MG)
Acusado de pedir propina de R$ 2 milhões ao dono da J&F em troca de favores políticos, além de tentar obstruir as investigações da Lava-Jato, A denúncia foi feita, em junho do ano passado pela Procuradoria Geral da República.

Agripino Maia (DEM-RN)
Denunciado pela PGR por ter recebido mais de R$ 654 mil em sua conta pessoal, entre 2012 e 2014, da construtora OAS. Ainda de acordo com Procuradoria, ele também teria pedido  R$ 250 mil em doações ao Democratas pela empreiteira, em troca de favores. A acusação diz que ele teria ajudado a OAS a destravar repasses do BNDES para construir a Arena das Dunas, estádio-sede da Copa do Mundo em Natal. É réu por corrupção e lavagem de dinheiro.

Fernando Collor (PTC-AL)
Réu por corrupção passiva, lavagaem de dinheiro e comando de organização criminosa, o ex-presidente foi acusado de receber mais de R$ 30 milhões em propina por negócios da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras na venda de combustíveis. Além dessa ação, o senador é alvo de outros cinco inquéritos na Lava Jato.

Gleisi Hoffmann (PT-PR)
Ré por por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, a senadora foi a primeira a sentar no banco dos réus do STF, sendo acusada de receber propina de R milhão, desviados da Petrobras. Além desta ação, a presidente nacional do PT é alvo de outro inquérito na Lava-Jato e de uma segunda denúncia, também relacionada à operação.

Romero Jucá (MDB-RR)
Foi denunciado por pedir uma doação de R$ 150 mil à Odebrecht para a campanha eleitoral do filho Rodrigo em 2014, então candidato a vice-governador de Roraima, em troca de favores políticos. Segundo a acusação, a empreiteira esperava que Jucá a beneficiasse durante a tramitação de duas medidas provisórias no Congresso.Jucá é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Além dessa ação, Jucá é alvo de outros 12 inquéritos no Supremo (seis da Lava-Jato), tendo sido denunciado quatro vezes pelo Ministério Público Federal.

Valdir Raupp (MDB-RO)
Reú por corrpução passiva e lavagem de dinheiro, foi acusado pelo Ministério Público de ter recebido propina de R$ 500 mil disfarçada de doação oficial para sua campanha ao Senado em 2010.
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