Príncipe Charles sucederá Elizabeth II como líder da Commonwealth

Rainha Elizabeth e príncipe Charles deixam reunião de abertura Encontro de Chefes de Governo da Commonwealth, no Palácio de Buckingham, e...

Rainha Elizabeth e príncipe Charles deixam reunião de abertura Encontro de Chefes de Governo da Commonwealth, no Palácio de Buckingham, em Londres, nesta quinta-feira (19)  (Foto: Yui Mok/ Reuters)
Rainha Elizabeth e príncipe Charles deixam reunião de abertura Encontro de Chefes de Governo da Commonwealth, no Palácio de Buckingham, em Londres, nesta quinta-feira (19) (Foto: Yui Mok/ Reuters)
G1

O príncipe Charles da Inglaterra sucederá sua mãe, a rainha Elizabeth II, como líder da Commonwealth depois da morte da soberana britânica, de acordo com a BBC e com agência Efe.
Os dirigentes dos 53 países que integram essa Comunidade de Nações, com vínculos históricos com o Reino Unido, concordaram com o pedido que havia sido feito pela rainha na quinta-feira (19).
Elizabeth II reconheceu seu "desejo" de "um dia o príncipe de Gales continuar desempenhando o grande trabalho" que seu pai, o rei George VI, começou em 1949 e que ela desempenha desde 1952.
Como o cargo não é hereditário, não passaria automaticamente para o príncipe Charles, de 69 anos, com o falecimento da monarca britânica, que no sábado (21) completa 92 anos.
A decisão de quem deveria suceder a rainha cabia aos representantes dos países da Commonweatlh, que se reuniram nesta sexta no Castelo de Windsor. Essa foi a primeira vez que a reunião aconteceu no Reino Unido em 20 anos.
A Comunidade de Nações, que surgiu do império britânico no meio do século 20, é integrada atualmente por 53 países, quase todos eles com vínculos históricos com o Reino Unido.
Essa organização, após o referendo de 23 de junho de 2016, no qual o Reino Unido decidiu sair da União Europeia, recuperou importância com a liberdade que o país terá para adotar acordos comerciais com seus membros.
Nesse sentido, o ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson, anunciou na quinta a abertura de novos cargos diplomáticos em nove países da Commonwealth, de acordo com a Efe.
Segundo Johnson, o Reino Unido tem uma das "maiores marcas diplomáticas do mundo" e sua rede externa é "fundamental para promover" o interesse nacional, "particularmente depois do 'Brexit'".
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