O que ocorrerá na Paraíba a partir de 2019 quando um dos atuais candidatos assumir o Governo

Blog do Helder Moura O que ocorrerá na Paraíba, a partir de 1º de janeiro, com a eleições de um dos pré-candidatos até agora lançados? ...

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O que ocorrerá na Paraíba, a partir de 1º de janeiro, com a eleições de um dos pré-candidatos até agora lançados? A preço de hoje, há as postulações em cena de João Azevedo (PSB), Lígia Feliciano (PDT), Lucélio Cartaxo (PV), Rama Dantas (PSTU), Tárcio Teixeira (PSol) e Zé Maranhão (MDB). Um deles, claro, assumirá o Governo do Estado. E o que mudará?
Bem, meu caro Paiakan, em caso de eleição de Rama ou Tárcio, teríamos uma mudança radical no modo de administrar. Os dois candidatos representam a extrema esquerda, e, certamente, iriam querer implantar o seu modo ideológico de gerenciar o Estado. As pesquisas não favorecem os dois candidatos, pelo menos até o momento. Mas, a campanha ainda nem começou.
Uma eventual eleição de Azevedo manteria, obviamente, Ricardo Coutinho no comando das ações na Paraíba. Ricardo tem dito que não gostaria de passar o Governo para um gestor que não seguisse a sua cartilha. Além do mais, a eleição de João daria a Ricardo um prestígio extraordinário, por emplacar um candidato que, segundo as primeiras pesquisas, teria poucas chances na disputa.
Caso Lígia Feliciano venha a se eleger, num cenário em que se apresenta, curiosamente, como oposição a João Azevedo e, de outro lado, como candidata da continuidade do Governo RC, teríamos um quadro inusitado, onde, muito provavelmente, o deputado Damião Feliciano teria um papel preponderante na gestão, que, ironicamente, não teria o perfil do atual governador.
Uma eleição de Lucélio ao Governo promoveria uma situação singular por, pelo menos, dois anos, com dois irmãos gerindo a Paraíba e a Capital do Estado (Luciano). Já houve uma cenário semelhante, antes, quando Ronaldo Cunha Lima foi governador da Paraíba, e, por dois anos, seu filho, Cássio, foi prefeito de Campina Grande. Uma afinação que, aliás, muito beneficiou a cidade.
Já uma eleição do senador Zé Maranhão promoveria, de prima, a assunção de sua atual primeira-suplente, Nilda Gondim, ao Senado Federal. Algo que poderia, inclusive, suscitar a possibilidade de mãe (Nilda) e filho assumirem o Senado, simultaneamente, já que o deputado Veneziano, como se sabe, disputa a senatoria na chapa de João Azevedo.
Eis, em resumo, o desenho e as projeções, meu caro Paiakan, para quem gosta de especular o futuro depois das urnas.
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