Candidatos antecipam “ministeriáveis”; Ricardo Coutinho é cogitado

Nonato Guedes, Os Guedes Por razões estratégicas, seja para acalmar o mercado ou sensibilizar eleitores para lhes darem o voto no segun...

Nonato Guedes, Os Guedes
Por razões estratégicas, seja para acalmar o mercado ou sensibilizar eleitores para lhes darem o voto no segundo turno, os candidatos a presidente da República Fernando Haddad, do PT, e Jair Bolsonaro, do PSL, começam a vazar para a imprensa sinalizações de prováveis ministros que comporão suas equipes em caso de vitória. Do lado de Bolsonaro, são mencionados o economista Paulo Guedes para o ministério da Fazenda, o general da reserva Heleno Augusto para a Defesa, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil. O astronauta Marcos Pontes disse à Agência Brasil que foi convidado pelo candidato para assumir o ministério da Ciência e Tecnologia.
Na Paraíba, aliados do governador Ricardo Coutinho (PSB), que ficará sem mandato a partir de janeiro, seja aproveitado num ministério pelo candidato petista Fernando Haddad, a quem já formalizou apoio. O governador eleito da Paraíba, João Azevêdo, também do PSB, externou o ponto de vista de que o nome de Coutinho será levado em conta nas discussões para formação de equipe. O presidenciável Fernando Haddad esteve reunido com o ex-ministro Joaquim Barbosa, dando margem a especulações de que JB pode vir a ser o ministro da Justiça num eventual governo de coalizão liderado pelo petista. Nas hostes de Bolsonaro, a ex-ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça, é cogitada para a pasta da Justiça na hipótese de vitória.
Em reunião com a cúpula da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, ontem, Haddad pediu à entidade que orientasse os fiéis em relação às notícias falsas da internet, as chamadas “fakenews”. Seu argumento é o de que as pessoas estão sendo bombardeadas com notícias falsas e acrescenta que é dever do cidadão consciente barrar a propagação da mentira. Após se frustrar com o apoio crítico declarado pelo partido de Ciro Gomes (PDT) à sua candidatura, Haddad tenta compensar-se com a busca de adesões em várias frentes. Bolsonaro, em entrevista, reagiu às críticas de que prega a divisão no país. Ele fez um apelo em favor da união de todos e do respeito às diferenças.
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