Ciro Gomes diz que Leonardo Boff é 'um bosta' e que Lula é traidor

Estado de Minas A entrevista foi publicada, nesta quarta-feira (31), pela  Folha de S. Paulo . Ciro abriu o leque de queixas contra os pe...

Foto: André Carvalho/CNI
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A entrevista foi publicada, nesta quarta-feira (31), pela Folha de S. Paulo. Ciro abriu o leque de queixas contra os petistas. De acordo com o candidato derrotado, ele não pode ser chamado de traidor por não ter declarado apoio a Fernando Haddad (PT) no segundo turno.  "A gente trai quando dá a palavra e faz o oposto", justificou.

Ciro reiterou o que já havia declarado anteriormente, que não pretende "nunca mais" se aliar ao PT para qualquer campanha eleitoral.

A mágoa de Ciro diz respeito ao veto de Lula para que o PSB apoiasse o pedetista na disputa presidencial. Em troca, Lula fez o PT retirar candidatura própria em Pernambuco, onde o PSB disputava a reeleição do governador Paulo Câmara.

Bajuladores

Ciro também apontou a metralhadora giratória contra aliados próximos aos ex-presidente Lula.

De acordo com ele, Lula está cercado de bajuladores, listando entre eles a senadora Gleisi Hoffmann, também presidente nacional do PT; Frei Betto e o teólogo Leonardo Boff, que chegou a ser chamado de "bosta" pelo pedetista.

Deixar a política

Ciro deixou em aberto a possibilidade de vir a disputar o Palácio do Planalto. "Quem conhece o Brasil sabe que afirmar uma candidatura para 2022 é mero exercício de especulação", afirmou.

O ex-governador e ex-ministro deu essa declaração ao ser indagado se deixaria a política, tendo em vista que durante a disputa eleitoral chegou a cogitar a hipótese caso Jair Bolsonaro fosse eleito presidente do Brasil.

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