Oficiais repudiam ingerência do governador na disputa de entidades da PM com novas promessas: “E não cumpriu nem decisão judicial para os inativos”

Blog do Helder Moura Mal terminou a disputa pelo governo do Estado e o governador Ricardo Coutinho, que não consegue descer do palanque...

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Mal terminou a disputa pelo governo do Estado e o governador Ricardo Coutinho, que não consegue descer do palanque, já está em outras duas disputas: na Assembleia, onde travou as articulações dos deputados para impor sua vontade, e, agora, no Clube dos Oficiais, onde tenta derrotar a atual diretoria. Para tanto, reuniu oficiais aliados para fazer promessas.
Segundo o coronel Jarlon, “o governo não cumpre decisão judicial para implantar a bolsa desempenho para os inativos, e oferece um mixaria no adicional de inatividade, e o presidente da Caixa Beneficente e seus aliados aceitam e não brigam pela paridade, e ainda fazem propaganda ao lado do governador, tudo isso às vésperas das eleições do COPBM (Clube dos Oficiais) e Caixa Beneficente”.
Uma imagem do governador reunido com alguns oficiais caiu na Internet. “Tudo tem limite, chega de tanta deslealdade com a categoria. Causa indignação em toda oficialidade, um governo que passa oito anos maltratando a instituição, agora abre diálogo com o candidato ao Clube dos Oficiais, desprezando as demais entidades”, postou o coronel Francisco.
“Isso é muito sintomático, sempre às vésperas de eleições. E por que o presidente do COPBM não estava presente nessa audiência? Muito estranho e devemos ficar alertas diante dessa ação dos dois oficiais exatamente os indicados pelo RC, um para a Caixa Beneficente e o outro para o COPBM. Não devemos engolir esse “adicional” que na verdade é uma merreca!”, complementou.
E arrematou: “Não aceitamos essa ingerência na nossa categoria e exigimos respeito. Por que não convidou o outro candidato tenente-coronel Onivan?” O coronel Jarlon também contestou: “A verdade tem que ser dita. Esse adicional de inatividade, que o governador está oferecendo em pleno período de disputa nas entidades para tentar eleger seus aliados, é muito menor que a bolsa desempenho. Não aceitamos ser enganados. Queremos a paridade.”
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