Direto da redação
A disputa pelo Palácio da Redenção pode ser decidida já no próximo dia 4 de outubro. Durante a exibição do programa GloboNews Mais nesta segunda-feira (28), a emissora projetou a vitória de Lucas Ribeiro (PP) ainda em primeiro turno na eleição para o Governo, na Paraíba.
A análise, apresentada pelo jornalista Pedro Figueiredo, baseou-se nos dados do levantamento Quaest divulgados pelas TVs Cabo Branco e Paraíba no último dia 22. Ao contextualizar os cenários onde há maior probabilidade de definição antecipada da disputa, o comentarista destacou o favoritismo do candidato da situação.
“Lá na Paraíba, Lucas Ribeiro, do Progressistas, tem 49% das intenções de voto; de acordo com a margem de erro, segundo a última pesquisa Quaest, pode chegar a 52% dos votos totais. Então, nesses quatro estados é bem provável que a eleição se resolva já em primeiro turno”, explicou Figueiredo, ao vivo.
Os dados do estudo estimulado revelam um salto expressivo do postulante progressista na preferência do eleitorado paraibano. Entre agosto e setembro, o percentual de intenções de voto em Lucas Ribeiro subiu de 38% para 49%. Com a margem de erro aplicada, o candidato oscila entre 46% e 52%, patamar que o deixa no limite superior da maioria absoluta dos votos totais e em posição confortável para liquidar a fatura na primeira votação.
Na segunda colocação, o cenário reflete um empate técnico entre dois concorrentes:
- Efraim Filho (PL): Marcou 16% na medição atual (registrava 18% em agosto), oscilando entre 13% e 19% na margem de erro.
- Cícero Lucena (MDB): Aparece com 15% (tinha 19% em agosto), variando entre 12% e 18% no intervalo amostral.
A amostra ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais, presencialmente entre os dias 18 e 21 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. As tvs Cabo Branco e Paraíba são as contratantes da pesquisa, que tem registros na Justiça Eleitoral: PB-01325/2026 e BR-09990/2026.
Conforme prevê a legislação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o cálculo do resultado oficial para cargos do Executivo considera, estritamente, os votos válidos, descartando as opções em branco e nulas.
